O que você faria se estivesse com mais de 650 mil reais (coisa de 300 mil dólares) na mão? Se você for como o jogador de futebol Cristiano Ronaldo e estiver tendo um de seus momentos ‘James Bond no começo do filme’, possivelmente vai fazer isto aqui com a sua Ferrari:

foi o muro que atravessou sem olhar pro lado
E lá se foi um de seus brinquedinhos pro beleléu (e sabe-se lá onde fica o beleléu!). Aparentemente, o moço não se machucou, mas uma testemunha no local do acidente afirmou em off que o jogador supostamente teria comentado: “Se sangue fede, estou ferido!”.
Mônica,
pronto, tomei coragem!
Depois de muito vê-la no seu blog, vou dar pitaco nesta noticiazinha, bem preconceituoso, duplamente preconceituoso, por sinal…
1. falar o que de jogador de futebol?
2. e se o jogador de futebol for português, então?
Abração,
Stélio
Stélio, muito pouco politicamente correto, né? Do jeito que o pessoal da brasilândia dirige mal e porcamente, a gente não pode falar nada…
Em favor do moço, te digo que o mais complicado de dirigir na mão inglesa não é o que todo mundo pensa, fazer conversão, estar do lado de lá, etc. É que a gente realmente perde a noção de distância no lado esquerdo do carro, se está perto do passeio (ou da parede, no caso). Nós tiramos cada fina nos muros de pedra na Irlanda, que eu nem te conto! E olha que a gente estava num mero Astra, indo bem devagarinho…
Eu, pra ser sincera, nem tchuns pra uma Ferrari estourada na parede, acho o carro muito aparecido. Mas teria partido meu coração se tivesse acontecido com um Porsche Carrera, por exemplo, ou um Aston Martin (sobretudo se Bond estivesse dentro, shaken, but not stirred…)
Moniquinha,
cê sabe o quanto me importo com politicamente corretos…
Esses sujeitos impostores e tristes, que tentam ser donos da verdade, deviam entrar pra algum monastério, daqueles que são atração turística lá pela Grécia, Turquia, sei lá onde!
Perco o amigo, mas não perco a piada, afinal, You don’t live twice, como afirmava nosso ídolo que você cita, ‘a la guida’ de um Aston Martin…
Besito,
Stélio
Hahaha, concordo ‘concê’, o politicamente correto é um porre…
bisous