Minas Gerais foi parar no New York Times de domingo, numa reportagem especial muito bacana. O jornalista Seth Kugel incluiu um pouquinho de quase tudo: o barroco das igrejas de Ouro Preto, o pão-de-queijo no café da tarde em Tiradentes, as doceiras de Bichinho, o frango com ora-pro-nobis no almoço, a cachaça mineira, as montanhas e cachoeiras de Catas Altas, os botecos de Belo Horizonte. E mais um monte de outras coisas. É interessante ver como as pessoas de fora enxergam a gente, principalmente porque, lá fora, o Brasil do estrangeiro costuma ser praia, futebol e Carnaval. E floresta amazônica. O artigo ficou muito legal. E as mineiras ainda ganharam elogios…
Ê Minas!…
Tantos sons,
quantas esquinas!…
Inté,
Paulo
Ah, só estava faltando o seu hai-kai pra completar o post!
Adorei…
abraço e inté, uai.
Mônica,
tô morreno d’inveja do Paulo.
Cara fera, viu? “Apeia do cavalim dele, entra pra dentro”, enfia um hai-kai na conversa e engole a cena.
Eu queria ter um filho assim…
Pra num dêxá de sê minêro, inté tamém!
Stélio
Deve ser de família, né? Ali todo mundo é artista…
Bah… que vontade de conhecer Minas gerais… a comida então eu sei que é boooooooooooa d+!
Rê,
a comida exige um extreme power training urgente logo em seguida. A gente começa a comer no café da manhã (só coisas leves, tipo pão de queijo, broa, rosca, queijo, bolo) e só dá stop no café da noite (mais pão de queijo, broa, rosca, queijo, bolo…). É um trem de doido mêêêsss…
Pois é terra muito boa, com lugares lindos. Venha sim, e me avise!
bjk
Rê,
o povo tamém é “dos mió”.
Este estado é cheio de doidos.
Tá leno um deles.
Nénão, Mônica?
Abraço acolhedor à gauchada,
Stélio
PS: uma das maiores características no nosso linguajar é engolir sílabas, unir pedaços de palavras, desprezar solenemente o “esse” nos plurais e outras doideiras, tudo isso comendo pão de queijo, broa de fubá mimoso e os demais quitutes da culinária mineira, com direito a leitoa à pururuca e frango ao molho pardo.
Nóssinhora, vem logo, sô!
Minas taqui tisperano.
Bão dimaisdaconta!
E de médico e de louco, todos nós temos um medo!
Mas aqui é tudo doido manso…