Deixa cantar de novo o trovador

 

Enquanto tem gente por aí achando que bom mesmo é o Funk da Aranha e outras pérolas do cancioneiro popular moderno, o melhor ‘de com força’ da música brasileira teima em extrapolar as fronteiras do patropi. Lá na Finlândia atacam de Pixinguinha, na Alemanha Daniel Barenboim e a Filarmônica de Berlim mandam ver no Zequinha de Abreu, e lá na Eslovênia o Perpetuum Jazzile desfila, em excelente português e com ginga e tudo o mais, a Aquarela do Brasil de Ary Barroso em verde, amarelo e azul. No meio disso tudo, o BR6. E você está achando que eles ficam só nisso? ‘Mas que nada’, também brilham com Sérgio Mendes… Bravo!    
(merci pelo link, Flávio!!!)

 

Outras vozes:
Voz e Companhia
The Voca People
O voo do besouro
Ladysmith Black Mambazo & The Mint Juleps

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16 respostas em “Deixa cantar de novo o trovador

    • Bem que a ocasião merece uma festa virtual! E pensar que eu comecei o bloguinho pra poder conhecer melhor o WordPress, que eu não tinha costume de usar… Eu sempre usava o Blogger com os meus alunos, então quis experimentar outra ferramenta pra ver no que dava. E de repente estava sendo lida! Aí a gente se apega, né? Você sabe bem como é, hehehe…

  1. MAravilha! faz a gente se orgulhar outra vez de ser brasileiro….coisa de que a gente tanto tem se envergonhado ultimamente….

    • Pois é, Dulce, faz a gente lembrar que tem muita coisa boa por aqui, se a gente olhar pra longe daqueles prediozinhos em Brasília… Com certeza o Ary Barroso aprovou a incursão eslovena pela MPB!

    • Hahaha, é mesmo, é quase um ‘centenário de milhário’, ói só que coisa! Fiquei ‘de cara’ com o português do pessoal. As línguas eslavas têm mais em comum com a nossa do que a gente imagina mas, mesmo assim, eles são perfeitos!
      bjk

  2. Monique:
    Simplesmente sensacional.
    Os caras têm ginga mesmo, até o ritmo é perfeito. Quem diria, hein? Tem certeza de que não são tupiniquins?
    E, enquanto isso, em Pindorama… Tome Globo, Record e adjacências.
    Pra não falar de outras coisas, que você conhece muito bem…!
    Kisses.

    • Richard, eles são ‘eslovenos da gema’… O pessoal do BR6 é brasileiro, claro, mas o coral é todo importado! 🙂

      E nem me fale das outras coisas…
      bjk.

  3. Adorei o arranjo vocal, mostra o quão versátil é essa obra que virou marca registrada do nosso país lá fora! Quanto ao sotaque, só faltou fazerem o ‘rr’ rasgado, na garganta (o “arrastando” aos 1:56, o “terra” aos 3:59, etc.). Exigente eu, não? De qualquer forma, pelos rostos dos cantores, dá pra ver que estão se divertindo horrores.
    No mais, parabéns pelos quase 100 mil hits!
    Abreijos do Mu.

    • Mu, em compensação, os ‘ãos’ e ‘ões’, terror de todo não-nativo, saíram muito bons! E até o ‘L’ final como ‘u’ (como em ‘Brasiu’ e o ‘O’ final como ‘u’ no ‘inzoneiro’ e tudo o mais… O arranjo é realmente ótimo e a moçada estava se divertindo. E esse sambinha (que o Ary não me ouça falando isso da música dele…) é tudo de bom, né?

      Pois é, estou chegando aos seis dígitos! Who would have thought?
      ‘Há braços’!!!

  4. Sensacional! Que gente bonita, né? A sensação que me passou, é que eles realmente gostam da múscia! Viu como eles a interpretam com vontade, com sentimento, com a ginga brasileira?
    Adorei!

    • É, Chris, a gente fica mesmo com a sensação de que eles estão se divertindo pra caramba cantando a música. Concordo com você, os eslavos em geral são muito bonitos – e super simpáticos. 🙂

  5. Mônica,
    sou partidário da opinião do Flávio: com a reintrodução da obrigatoriedade do canto orfeônico e das aulas de teoria musical no nosso ensino básico, como o era em 1900 e antigamente, há uma chance de que poderemos ter pelo menos uma elitezinha (sempre ela…) que reavive a música brasileira, que mostre aos “novos” e “modernos” que coisa boa não tem idade, senão chocolate e sorvete já tinham passado de moda há décadas.
    Ary Barroso, que beleza! E olha que eu era novinho quando ele morreu…
    E esses eslavos maravilhosos me lavaram a alma.
    E viva o Flávio Fontenelle também!
    Stélio

    • Stélio,

      andavas sumidíssimo, não? Folgo em ‘lê-lo’ por aqui! Pois é, as aulas de artes e de Educação Física hoje em dia são só pra tapar buraco e encher calendário, e sabe que tem muito aluno que acharia ótimo fazer esses cursos direitinho? Podia até ser extra-classe, pra não perturbar muito a trigonometria e os adjuntos adverbiais… E a gente sabe que existem projetos muito legais por aí, mas que acabam não indo pra frente. Uma pena. De repente vê os outros se divertindo e fazendo tão bonito com a música brasileira lá fora, a gente fica pensando que devia ter mais ‘nativos’ nessa também. Enquanto isso, pelo menos o nosso mercado de trocas de links funciona perfeitamente, se bem que o Flávio desequilibra as coisas e sempre descobre super maravilhas pra enviar pra nós… 🙂

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