Anjo da guarda de plantão

“Se sangue fede, estou ferido”, deve ter pensado o Mike Conway ao decolar com seu carro a mais ou menos quatro milhões de quilômetros por hora numa curva, durante as 500 milhas de Indianápolis. Depois dessa o anjo da guarda dele deve ter pedido afastamento temporário por estresse; quando voltar – se é que volta – provavelmente vai exigir adicional de periculosidade. Uma pressa horrorosa a desses moços, né, e isso tudo só pra ficar rodando como aqueles carrinhos de autorama que meus irmãos tinham em casa. Grazadeus eu não vi na hora, que essas coisas me matam de aflição, mesmo assistindo corridas desde pequena. No final, só uma perna quebrada, mas se eu fosse a mãe desse menino, botava ele de castigo pra parar de ficar dando esses sustos na gente.

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2 respostas em “Anjo da guarda de plantão

  1. Que nada, Mônica, engano seu: a mãe do Mike Conway foi quem o obrigou a disputar as 500 milhas. Aquilo foi castigo de mãe!

    A boca pequena me disseram que ele não quer tomar mais leite qua a mummy põe pra ele e Ms. Conway levava a maior fé que o pimpolho ganhasse a corrida e tivesse que tomar aquele trem branco que vem numa garrafinha de vidro.

    Que leite caro, meu Deus!

    Stélio

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