Livro – um produto revolucionário!

A gente fica pensando assim: uma tecnologia mais nova é uma evolução da tecnologia anterior, certo? Pelo menos, parece lógico: o celular é um passo adiante do telefone fixo; o cinema 3D avança onde o convencional parou; o laptop te dá a mobilidade quando você não quer mais ficar paradão na frente do PC. O que vem depois é, em tese, algo melhor do que o que se tinha primeiro. Partindo dessa linha de raciocínio, a gente até poderia dizer que, por exemplo, se o rádio tivesse sido inventado depois da televisão, finalmente poderíamos ouvir o Tim Maia sem ter que olhar pra cara dele! Ou que finalmente teríamos emoções fortes nas transmissões das partidas de futebol com aquelas narrações superlativas tão divertidas, ao invés daquela coisa insossa de ‘fulano… passando pra beltrano… recuou pra sicrano… escanteio.’

E se o livro tivesse sido inventado depois do computador? Como a novidade seria vendida aos consumidores já tão acostumados com os megabytes? É essa brincadeira séria que esse vídeo faz. Uma jogada genial, que vem completar aquele vídeo norueguês (postado aqui) do pessoal do suporte técnico do livro na Idade Média.

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12 respostas em “Livro – um produto revolucionário!

    • hahaha, apoooosto que você também pensava isso!
      Também adorei a ideia do vídeo (e é tão gostoso ouvir o espanhol!). Thanks pela parte do texto! 🙂
      bjk

    • Claro! Quanto mais gente assistir, mais divertido fica! Adoro o fato do vídeo estar em norueguês, eu fico fazendo a maior força pra descobrir alguma palavra remotamente conhecida ou parecida com alguma outra que já identifico, mas tirando uma coisinha aqui, outra ali, não passa nada mesmo!
      bjk

  1. Putz…. coitado do Tim maia, hauhauahuahauahau, só tu mesmo!!!

    Adorei esse video, que ideia mais interessante!!!

    E viu, voltei com noticias maravilhosas do meu mundinho, hahahahaah!

    bjoka

    • E nada melhor do que notícia boa, né?
      Mas vai que essa história do Tim Maia não é verdade? Eu adoro as músicas dele e tudo o mais, mas francamente, ‘as feição’ eu dispenso! 😀
      bjk

  2. Muito boa! Vou contar uma recente sobre livros. Na polícia federal (ao voltar à patriamada) minha mala foi barrada no raio X. Foram detectados vários elementos estranhos. Eu disse para a “otoridade” que eram livros. “Livros?” me devolveu ela. Respondi: “Armas muito perigosas num país onde se lê.” Ela mandou que a mala fosse aberta e vasculhada e constatou que eram livros. “São livros!” disse ela, surpresa. “É!” Completei. “Foi o que eu disse. Hoje só trouxe coisas explosivas literalmente.”

    • Eu também sempre volto de viagem carregada de livros. E de papéis de todo tipo. Trago folhetos, guias de museus, notinhas de restaurante (quando não ‘pego emprestado’ um cardápio), tickets de metrô, mapas, o que você imaginar pra usar em aula. Nunca me pediram pra abrir mala na alfândega, mas aposto como ficariam surpresos com a tralha!!! 🙂

    • Menino, acabei de ver no jornal, dei aula a manhã toda e não estava sabendo. Em tempos de Copa, um grande desfalque, sem dúvida; agora Portugal entra em campo com um a menos…

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