Do fundo do baú

A italiana não tem balangandã
A italiana não tem acarajé
Mas tem ravioli, tem talharini, tem espaguete
E tem polenta para quem quiser.

                                           (Senhorita Pimpinella – Silvino Neto e Paulo Barbosa)

 

Sei lá por que foi que eu me lembrei dessa marchinha de Carnaval, que é antiga antiga, de 1939. Meu pai às vezes cantava ela pra mim, principalmente quando meu lado ‘esquentadinho’ aflorava (você tava achando que eu sempre fui esse poço de tranquilidade zen budista?). Mas ó, eu sou beeeem mais novinha do que 1939… 🙂

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14 respostas em “Do fundo do baú

  1. Mônica,
    às vezes me pego cantando uma marchinha carnavalesca, cujos autor e intérprete desconheço e que meu padrinho, muito do gozador (sou do tempo em que tínhamos padrinhos…), me ensinou, eu com uns 4 anos:

    “Ah, que vida triste, tão cruel
    Tem o homem que apanha papel
    A sua profissão é um buraco
    Só pode ir pra casa, depois de encher o saco.

    Um papel aqui,
    Um papel ali
    E lá pra meia noite
    Ele está com o saco cheio”.

    Talvez você ou o Evando saibam me dizer de quem é isto e quem gravou. Afinal, muito atrevidinha pro tempo em que os bichos falavam.

    Direto do meu túnel do tempo…

    Abração,

    Stélio

    • Uai, e saiu de moda ter padrinho? Eu continuo madrinha e curto adoidado!!! 🙂
      Olha, talvez o Evando saiba que marchinha é essa (ou então o sêo Google, que tudo vê e tudo sabe…), mas eu não conheço não…
      bjk

    • Estava a procura de uma marchinha antiga de carnaval cuja letra é assim….. Ah que vida triste tão cruel…………….. um papel aqui , um papel ali……etc.. E encontrei atravez desse site e do STÉLIO . Gostaria muito de ter o E-mail do STÉLIO desde já muito grato .

  2. Alô, a essa música se chama “Apanhador de Papel”, de PeterPan e Afonso Teixeira^^
    Também está no film “Tudo Azul” de 1952

    Abs

  3. Olá, a segunda estrofe de “Vida Triste e tão cruel” // pega um papel aqui / pega um ali e / quando o dia passa o saco ainda está no meio / pega um papel aqui / pega um papel ali / só lá pra meia noite é que ele está de saco cheio

  4. Ai que vida triste tão cruel
    tem o homem que cata papel
    essa profissão é um buraco
    só pode ir pra casa depois de encher o saco

    um papel aqui, um papel ali
    e lá pra meia noite noite
    o saco ainda está no meio
    um papel aqui, um papel ali
    só pode ir pra casa
    quaqndo está de saco cheio

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