A mais bonita do mundo

Eu sempre acho essas listas meio tolinhas.
Nunca sei como e pra quem foi feita a pergunta.
Mas não importa muito.
Mais do que a beleza clássica de Grace.
A sensualidade de Marilyn.
Ou os olhos cor de violeta de Elizabeth.
Beleza. Charme. Simpatia. Elegância. Discrição.
E ainda canta uma das minhas músicas favoritas.
Só mesmo Audrey.
***

Moon river, wider than a mile
I’m crossing you in style someday
Old dream maker
You heart breaker
Wherever you’re going
I’m going your way
Two drifters off to see the world
There’s such a lot of world to see
We’re after the same rainbow’s end
Waiting round the bend
My huckleberry friend
Moon river and me

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6 respostas em “A mais bonita do mundo

  1. Tô contigo. Vi recentemente Bonequinha de Luxo e fiquei impactado com a beleza de Audrey (acho que nunca a tinha visto). Não tem pra ninguém, muito menos pra essas photoshopadas que estão por aí se achando, atualmente.

    • É uma beleza atemporal, né Wagner? E delicada também, sem ser infantil. Grace Kelly tinha aquele tchans de uma princesa, Marilyn Monroe uma sensualidade incrível, mas sempre achei o máximo a elegância discreta de Audrey Hepburn. Se antigamente já não era comum encontrar uma dessas por aí, imagina então hoje em dia, em tempos de popozudas e sub-celebridades sem-noção!

  2. Audrey Hepburn foi uma espécie de namoradinha que eu sonhava ter, quando adolescente. Um sonho inalcansável, coisa bem de adolescente mesmo.
    Suave, inteligente, elegante, engraçada e duma espécie de fragilidade que só tínhamos conhecimento em certas pinturas renascentistas.

    No caso desta mulher extraordinária, interna e externamente, ainda tem-se a acrescentar o papel humanista e humanitário que teve no fim da vida, auxiliando crianças na África, sem nunca se preocupar com as vaidades das atuais “celebridades”, enquanto o câncer a consumia.

    Resumo?

    Tenho um imenso orgulho de pertencer à raça desta figura ímpar num mundozinho tão previsível e meio borocochô que assistimos hoje.

    Obrigado, Mônica, começarei minha quarta-feira iluminado por esta mulher e esta música, ambas maravilhosas. Eu que a conhecço pessoalmente, não consigo imaginar uma Mônica que não fosse fã incondicional da Hepburn.

    Beijim,

    Stélio

    • Stélio,
      é verdade, a Hepburn atriz conviveu super bem com a Hepburn embaixadora da UNICEF. Era mesmo bacana vê-la, miúda e magrinha, no meio daquele caos, tão forte e decidida. Tem muita gente assim no mundo, grazadeus.
      Sou fã dela e do filme também. Givenchy sabia o que estava fazendo ao vesti-la, ambos são sinônimos de classe e elegância, né? Quando eu crescer, quero ser assim… 🙂
      bjk

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