Curtinhas

* Aí eu fui lá na minha página do Facebook e postei este link, porque ouvir isso tem o poder de me deixar muito mais felizinha quando estou assim, meio contemplativa. Então ele escreveu: “Mônica querida, acredita que consegui gostar ainda mais de você?” Amigos são assim, né, aparecem do nada e deixam bilhetinhos fofos quando a gente mais precisa deles. Beijo procê, querido, ganhei meu dia.

* 102 dias sem chuva nesta cidade. Aliás, 102 foi ontem, hoje é 103, que o céu tá uma beleza de tão azul. Saí pra caminhar antes das sete da manhã, única hora decente para um exercício físico atualmente. Umidade lá embaixo, gente, um horror. Tudo tão seco que corri – ok, caminhei ligeiro – uma hora e nem transpirei. Quero chorar, não tenho lágrimas…

* A pequena foi comigo e a irmã à festa de aniversário da amiguinha no Museu de Ciências Naturais da PUC-MG (grande ideia essa, a meninada se divertiu baldes, só fiquei com medo de não me deixarem sair de lá, achando que faço parte do acervo). Na saída, perguntei do que ela havia gostado mais. Nem titubeou: ‘Da pregRiça gigante!’ Tão mais difícil de falar, né? Só criança é capaz dessas coisas.

* Sábado passado foi dia de McDia Feliz, que é o único dia em que você vai conseguir me ver entrando ou saindo de um McDonald’s, segurando meu saquinho de Big Mac. Que, by the way, eu detesto. Tudo pelas criancinhas, né? Mas gente, 14 reais é promoção de quê, pelamordeDeus? Eu almoço com 14 reais e fico feliz da vida e me sentindo a criatura mais saudável do universo. Comi aquele sanduíche que tem gosto de embalagem + todo o resto e no final parecia que eu tinha devorado um mamute. E o governo proibindo os tachos de cobre de fazer doce e guardar cachaça, dizendo que faz mal. Queria só ver o Luiz Inácio proibir o Big Mac.

* Fiquei vendo o Emmy Awards no domingo à noite, mas não estava com muita paciência para  aquele tanto de intervalos comerciais na Sony. Aí mudava pro Animal Planet, pra ver o Encantador de Cachorros dar um jeito num grandalhão que os veterinários diziam que não tinha solução, de tão bravo que era, só mesmo sacrificando. Pois não é que tinha jeito? Vou requisitar o César Millan pra dar um pulo aqui em casa, tenho umas crianças (e uns adultos também, veja você) pra ele adestrar.

* Toda vez que eu ouço alguém dizer ‘Michael Caine’, me dá vontade de perguntar: Your Cocaine?

* E eu criei um outro Eu no twitter, pra mim e pro blog, tá lembrando? 100% em português (o outro mistura com inglês, meio confuso isso?) – @madamemon.

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8 respostas em “Curtinhas

  1. Maravilha o concerto! Eu não sei como é que depois de Bach alguém consegue compor alguma coisa, porque a impressão que dá é que ele já utilizou todas as combinações possíveis das notas musicais.

    Que negócio é esse de proibirem os tachos de cobre? Eu faço meu docinho de abóbora, humildemente, no meu sítio com um tacho desses. Será que eu vou preso? Ou vou morrer envenenado?

    • Wagner,
      o no.4 é o meu Brandemburgo favorito, se é que é possível falar uma coisa dessas quando se trata desses concertos. Pra mim, Bach é sem contra-indicação. Quando eu estudava piano, quase tudo que vi em termos de técnica pianística, pratiquei com alguma peça dele (grazadeus minha fessôra não era daquelas de me entupir com intermináveis exercícios de escala, senão eu não teria dado conta!). Amo absolutamente tudo do João Sebastião.

      Sim, alguém resolveu que tachos e tonéis de cobre fazem mal. O pessoal dos alambiques mineiros, cachaceiros de altíssima qualidade, já estão pondo as mãos na cabeça. Mas eu te digo: doce com tacho de cobre é muito melhor! Ignore solenemente essa turma e siga firme no doce de abóbora!

  2. *puf, puf, puf*

    meio correndo, meio atrasada, só para dizer que indicarei seu blog no blogday lá no pdubt.

    [“Toda vez que eu ouço alguém dizer ‘Michael Caine’, me dá vontade de perguntar: Your Cocaine?” = 2 membros]

  3. Parabéns, Mônica! Vim lá do PdBUT, pela indicação do Blog Day e, com certeza, seu blog foi muito bem indicado pela Naomi. Bem vinda aos links do “Eu leio” lá do meu humilde barco!

    Piano? Um suspiro, de Lizst! Acho lindo! 🙂

    • Ei Marcus,
      obrigada e bem vindo!
      Menino, nem estava me tocando com essa história de Dia do Blog, e agora estou numa correria doida e nem vou poder fazer um postzinho sobre as minhas sugestões… Prometo ficar mais atenta pro próximo!
      Ah, Lizst é lindo mesmo mas, ó, tem que ter dedos enoooormes de longos, coisa que eu não tenho. Daí que Bach foi um achado pra mim! 😀

  4. Mônica, boa noite.
    Este concerto é simplesmente divino.
    Uma verdadeira alegria para os ouvidos e para o cérebro.
    Apesar de eu gostar do bom e velho rock’n’roll, sobra bastante espaço a música clássica.
    Duas faces da mesma moeda? Disparidade absoluta? Incompatibilidade? Que nada! Isso é fichinha para um engenheiro cartesiano e geminiano de carteirinha.
    Grande abraço!

    • GeGe,
      cresci ouvindo clássico, ópera (dois tios cantores líricos), ‘modinhas’ (avô seresteiro), jazz e roquenrôu e o que mais aparecesse pela frente (pai e mãe), então acho que nada é incompatível. Tá, tenho problemas com o funk, muitos problemas, pra ser sincera. Ainda não consegui colocá-lo na categoria ‘música’, a não ser quando a Fernanda Abreu resolve fazer um. No mais, até axé eu encaro (lavar um banheiro ou passar roupa com Ivete no talo é tiro e queda!)
      Acho mesmo que o caminho é esse. A vida não é OU, a vida é E… Quem fica muito cheio de mimimi não sabe o que está perdendo! 🙂
      abraço!

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