Curtinhas

* Uma vez uma amiga me disse que tinha visto um filme muito engraçado: O Cavaleiro Branco de Barcelona. Conhecendo minha amiga, perguntei: não seria ‘O Incrível Exército de Brancaleone’? Era. Pois ontem morreu Mario Monicelli, diretor do filme, aos 95 anos.

* Luiz Inácio manda avisar que, assim que descer a rampa do palácio, vai virar tuiteiro e blogueiro. Eu tou aqui pensando num comentário pra fazer depois de ler uma notícia dessas mas, pensando bem, precisa?

* Eu sempre choro de fungar e soluçar e ficar com o nariz vermelhão quando vejo isto aqui. Aposto que você também.

* Fujam para as montanhas: Elza Soares resolveu fazer um ensaio nu. O moço do photoshop provavelmente vai ter que fazer hora extra…

* Eu e as minhas leituras hiperdinâmicas… Manchete no jornal: Penico no Rio. Rá. Era pÂnico.

* Poderosa: 23 anos depois de rodopiar no palco com Patrick Swayze em ‘Dirty Dancing’, a hoje cinquentona Jennifer Grey faturou o primeiro prêmio na última edição do programa da ABC ‘Dancing with the Stars’. A moça ainda tá com tudo; olha este jive, por exemplo, sempre um ritmo bem divertido de se ver e dançar.

* Normalmente eu teria passado batido por uma notícia como esta: Bernard Matthews, 80 anos, morreu na Inglaterra. Ele era o maior produtor de perus do país, trilhardário. A ironia? Morreu na quinta-feira, dia de Ação de Graças. Deve ter sido praga dos perus.

* Geisy Arruda lançou sua autobiografia. Maurício Mattar também. E o Fiuk (oi?). Agora o Lobão. Depois fica todo mundo reclamando que o pessoal hoje só quer saber de internet e nada de livro. Com essa literatura…

* O balanço no Rio.

18 respostas em “Curtinhas

  1. Não era “pânico”, não. Era “penico”, mesmo.

    Recipiente muito adequado para o tipo de política lá implantada e para a cobertura que a grande mídia está fazendo do episódio.

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    BTW, estou entrando em licença-prêmio hoje para esfriar a cabeça, fazer uma mudança de 500km, reorganizar a vida e voltar a freqüentar os blogs dos amigos. Em breve voltarei a te incomodar com mais freqüência, ando sentindo falta. 🙂

    • Arthur, vou te confessar que tenho acompanhado muto ‘por cima’ o que tá rolando lá no Rio. Ando numa preguiça gigantesca desses rendimentos de assunto, repetição de cenas ad nauseum e coisas do gênero. Dou uma olhada nas manchetes, leio uma ou outra análise e pronto.
      Ah, nada como ser funcionário público para uma merecida licença-prêmio. Ser profissional liberal em geral significa não ter férias remuneradas, nem 13o. Como diz o José Simão na Folha, só rola mesmo o ‘péssimo-terceiro’… 🙂
      Apareça mais sim.

    • Deve ser fas-ci-nan-te!
      Acho curioso como alguém acha que dá pra fazer uma biografia quando se tem no currículo apenas um episódio isolado. Enfim, democracia é bom por isso, né? Eu não quero ler, então simplesmente não compro o livro, nem pego emprestado. Quem quer, vai e lê! 🙂

  2. E como não chorar ap ver essa cena em Dumbo?!?!
    Sobre o Lula…aff!No coments!
    As ‘biografias’ relatas…quem são mesmos esse intelectuais?
    Ah!Letrados em p#taria e drogas,né?Sei…

    • E tem que ser ultra-seletivo mesmo, que o mundo hoje em dia pede isso, né? Se a gente garimpar, vai acabar encontrando verdadeiras pérolas no meio das manchetes chatas (ou seriam ‘manchatas’???)

    • Asnalfa, bem lembrado!
      Tou achando que eu não vou não. Talvez seja até interessante e tal e coisa, mas tudo que eu vi e li até agora não me deixou muito animada… Deve ter um bocado de filme bom pra entrar em cartaz, cinema tá meio caro (bons tempos da carteirinha de estudante, snif snif…), ando meio seletiva nas escolhas!
      E eu acho a Deborah Secco meio chatinha (implicância minha, mas acho…)
      Se você for, depois me conta o que achou! 🙂
      bjk

  3. Eu queria nao ter lido boa parte do que vc escreveu hoje, tá? Só pra ficar sabendo. Lula, Geisy e cia querendo escrever e serem lidos?
    E eu morrendo de saudades da minha mãe???? Cruela!!!
    😉

    • Ops, sorry, foi mal aêêê…
      Mas você lembrou bem: uma coisa é escrever, outra é ser lido, né?
      Quanto a ter saudades de mamã, eu também morro de saudades da minha! Só que, no meu caso, não tem jeito de consertar isso… 🙂
      bjk

    • Tenho um grande defeito.Digito rápido demais.Acho que é porque quando era criança, agora sou avó, la no Nordeste a gente tinha que aprender datilografia sem olhar o teclado- mas a gente via o que estava digitando e o teclado era duro mesmo Também penso que é porque toco piano.Ai lá vem a coisa, sem olhar os dedos, e o teclado de computador não dá sinal de desafinado, somente quando a gente ver o que escreve eu fica horrorizada.Desculpando-me, Sõnia

      • Ei Sonia,
        obrigada pelas visitas! Adoro quando meus leitores deixam um bilhetinho nos comentários. A gente vê os números nas estatísticas, mas quando eles viram nomes é tão mais legal!!!
        Eu também digito muito rápido. E o pior é que o meu PC tem o teclado da ABNT, mas o laptop é o teclado americano, então é uma confusão danada pra lembrar onde fica o quê. Nem sei como não cometo mais erros!
        Eu também tive aulas de datilografia na escola, aquela história de não olhar pra baixo, só pra folha… O teclado era duro, tempos antes das máquinas elétricas (que eram meio caras ainda nos anos 80).
        Você toca piano? Também estudei vários anos, morria de preguiça de ler partitura, ia mesmo pelo ouvido. Com Bach, Mozart, tudo bem, mas tentar descobrir o que era errado ou apenas dissonante em gente como Bela Bartók, por exemplo, era uma dureza! 🙂
        bjk

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