Números

Senha do cartão do banco. Senha eletrônica pra acessar o banco pela internet. Senha do cartão de débito. Senha do cartão de crédito. Senha do outro cartão de crédito. Senha do Gmail. Senha do Yahoo. Senha do Hotmail. Senha do blog. Meu CPF. Carteira de Identidade. Placa do carro. Senha da biblioteca. Senha do Lattes. Senha do alarme de casa. Senha pra acessar uma montanha de sites e aplicativos que eu uso pra trabalhar. Senha do Facebook. Do Orkut. Do Twitter. Senha do Skype. Para acessar a caixa postal do celular. Senha com no mínino quatro dígitos. Com seis. Ou com oito. Senha sensível a maiúsculas. Senha com pelo menos duas letras e quatro números. E troque a senha a cada três meses, por segurança. Só mais duas tentativas, do contrário o cartão será bloqueado. E eu sou um nome de usuário. Mas qual é mesmo o meu nome?

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25 respostas em “Números

  1. Esse post trouxe-me à memória o filme Brazil, do Terry Gillian, onde o Michael Palim se afoga em meio a papéis! Várias senhas, e ainda um adendo. Ainda tenho a senha do documento do Word onde guardo todas as senhas, rsrsrs.

    • Nossa, vi ‘Brazil’ há tantos anos que já não me lembro de muita coisa (mas a doideira do Terry Gillian, claro, não some nunca da memória!), preciso ver de novo uma hora dessas. Senha pra guardar senha, né, é esse o nosso fim… 🙂

  2. Odeio senhas. E a mania que as empresas, instituições, sites etc de achar que não temos nada mais interessante pra por na memória que uma senha nova (muitas vezes não se pode nem escolher a dita cuja, ela já vem pronta).
    O que faço é o seguinte: qualquer coisa que exija uma senha eu não entro. Pra acessar o site x é preciso abrir uma conta e criar senha? tô fora. Pra usar o banco na web é preciso outra senha, diferente do meu cartão? tô fora. A TAM exige a senha pra usar o cartão fidelidade? Escrevo a senha bem grande no próprio cartão, pra não precisar gastar nem um neurônio, quem achar o cartão que faça bom uso das minhas milhas. E por aí vai, não quero mais nada com novas senhas, mesmo que perca oportunidades de coisas boas.

    • Wagner,
      minha tática é a seguinte: tudo que for senha e nome de usuário que não seja de prioridade máxima (como senha de banco e cartão, por exemplo), eu uso a mesma. Tem que cadastrar uma? Eu já tenho a ‘default’ e não tenho receio de repetir, já que não há risco de roubo ou acesso a informações confidenciais. Infelizmente eu não me vejo sem elas na minha vida, preciso de vários desses sites para trabalhar e então não tem jeito. Eu até peguei uma caderneta de endereços antiga (dessas que só tinha nome, endereço e telefone fixo, jurássica…) para anotar esses dados que não são cruciais. Fica sempre à mão.
      Agora, mudar de senha temporariamente é necessário, mas é um saco mesmo. Outro dia eu quase travei meu cartão de crédito porque estava tentando usar a senha de um no outro. E eu nem tinha bebido tanto assim! 😛

    • Deve ser um bom exercício pra afugentar o Mal de Alzheimer, né doutor? Memorize TODAS as suas senhas e troque-as periodicamente. Eu nem falo mais da minha memória, nem me lembro se ela é boa ou ruim… 🙂

    • E cabeça de menos, né? A gente não dá conta disso tudo mesmo. É como diz um tio: “Pra sair de manhã, eu dou uma geral: peguei a carteira? chave do carro? chave de casa? as meias são iguais? subi a braguilha da calça?”
      É mais ou menos assim que a gente anda hoje em dia… 🙂

    • Tenho cá minhas dúvidas. Mas, claro, no futuro eles dizem que vai ser tudo na base da leitura da íris, comando de voz, impressões digitais e leitura do DNA, então senha periga virar coisa do passado…

    • 😀
      Romacof, eu fico louca da vida quando estou em um site de notícias ou acadêmico e aí eles te deixam ler um parágrafo do texto. Quando você clica no ‘leia mais’, aparece o box pra digitar nome de usuário e senha de assinante – isso quando não incluem também o preço que você tem que pagar pra acessar. É um horror esse pessoal que fica amarrando mixaria!!!

    • Eu faço isso com várias senhas quando é possível, o problema é que algumas são dadas e não tem muito jeito de mudar, ou precisam combinar letras e números, ou precisam ter tamanhos diferentes… O pessoal também não nos ajuda, né?
      bjk

  3. HAHAHAHAHAHAAHAH!
    Puxa vida, pior que é bem isso mesmo! Quanta senha, quantos numeros e quantas letras pra usar junto com os numeros (no caso, o meu cartão do banco), AFF! Que horror, e o pior é nao poder nem colocar na agenda todas essas senhas, em lado nenhum, a não ser unica e exclusivamente no cérebro!

    kkkkkkkkkk

    • Rê,
      é mesmo uma loucura! Quanto a isso de não poder escrever em lugar nenhum, um truquezinho meu: eu tenho alguns ‘amigos fantasmas’ na minha caderneta de endereços, e o número do telefone deles é, na verdade, uma senha. Como ninguém sabe quem é ou quais dígitos são, é bastante seguro. Só faço isso com as senhas mais difíceis de guardar, as que a gente usa toda hora acabam entrando na cabeça por bem ou por mal…
      bjk

    • Ah, telefone é típico a gente esquecer, né? Eu sempre argumento ‘uai, eu não ligo pra mim mesma…’. Hoje eu sei o meu, mas o de qualquer outra pessoa eu tenho que olhar na memória do telefone. A mesma coisa com endereço de email. Antigamente eu tinha tudo na ponta da língua, agora é coisa demais. Mas não é engraçado como a gente consegue lembrar algumas coisas e não outras, sem ter a menor ideia do por quê?
      bjk

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