Fauna urbana

Fauna urbana. A situação tá ficando tão complicada pros bichos do mato, que cada vez mais eles invadem a selva urbana e, espertamente, vão se adaptando como podem à vida na cidade grande.

capivara fazendo pose de esfinge na Pampulha
(foto: Jay)

 

quatis em fila pro lanche no Parque das Mangabeiras
(minha foto)

 

gavião melhora a recepção da antena de TV
(foto: Jay)

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11 respostas em “Fauna urbana

  1. Ai que dó que me dá, os coitados não entendem nada.
    Lembro que em uma manhã chegou uma revoada de pavões na cidade, eu estava no Texa na época, e quando a turma viu menina foi uma loucura e olha… o bicho é brabo.
    Resultado é que foi carne de pavão pro mês todo.
    No final todos somos bichos de costume.
    bj

    • Nossa, uma revoada de pavões? Tenho uma amiga que tem um em casa, o Buzina, e ele já faz um escarcéu danado, imagina uma revoada! Deve ter rendido muito jantar e muita pena pra fantasia de carnaval! 🙂
      bjk

  2. Mônica, bom dia.
    Essa “invasão” tem sido notada já há alguns anos, tanto em cidades grandes, quanto em cidades menores.
    Esse tal cerumano tem sistematicamente destruído o habitat de muitas espécies. Sem lugar para morar e para buscar seu alimento, elas tendem a migrar. Se encontram um local apropriado (tá, às vezes, nem é tão apropriado assim), com alimento farto (ou pelo menos não escasso), elas procriam e expandem sua população.
    Os exemplos estão aí, nas fotos. E podemos acrescentar as maritacas, as pombas, os sanhaços, os sabiás…
    Nem sei se, um dia, conseguiremos reverter este quadro.
    Até de repente!

    • Ah é, as maritacas! Elas também aparecem de vez em quando, mas são tão histéricas que é quase impossível fotografá-las! A barulheira é incrível.
      As capivaras sempre ficaram ali pela lagoa da Pampulha, mas a população aumentou bastante nos últimos anos. Antes, a gente custava a avistar uma. Agora elas ficam bem na nossa frente. A mesma coisa os quatis no parque. Eu fotografei esses cinco a caminho de uma mesa de picnic, mas precisava ver a quantidade que já estava a postos! Olha, tinha pra mais de 20…
      Inté

  3. Mônica,
    há um dado positivo, em meio a tanto chororô, que tem que ser lembrado também: o homem da cidade, em geral, não anda matando tanto bicho silvestre como antes. Pelo menos aqui no Sul Maravilha.
    A maioria dos meninos não sabe mais o que é alçapão, armadilha, estilingue e outras formas de atacar os pássaros e outros animais.
    Na minha cidade os canários da terra, os tico-ticos e outros pássaros nativos estão voltando a frequentar as casas como acontecia na minha infância. Há uns dez anos pensávamos que estavam extintos.
    Tem cerumano do bem também, rapaziada!
    O mundo ainda não acabou…
    Abração,

    Stélio

    • É mesmo, Stélio, isso é ótima notícia. Antigamente esses passarinhos não duravam nada. Hoje em dia os meninos não têm mais espingardinha de chumbo, como meus irmãos e primos já tiveram. Grazadeus! Pelo menos vai tudo pro universo virtual…
      Aos poucos eles vão retornando, aqui perto de casa a barulheira dos bem-te-vis às vezes deixa a gente doidinha! Mas é um dodo bom, né…
      bjk

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