Curtinhas

* Jogando o glamour da História pra escanteio: depois de descobrir a conexão entre a bunda do cavalo romano e a tecnologia espacial, agora aprendemos qual é a relação entre o império inca e o cocô da lhama.

* 70 minutos de tráfego no aeroporto de Boston condensados em um vídeo de 2 minutos. Impressionante, e olha que esse aeroporto nem é dos mais doidos em matéria de movimento.

* Mark Zuckerberg, o moço do Facebook, falou na revista Fortune que agora é praticamente vegetariano e só come aquilo que mata (será que baratas e pernilongos estão incluídos no pacote?). Sua primeira experiência foi jogando uma lagosta na água fervente (grande coisa, assim até eu!). Mas tá bom, né, a situação ficaria mais complicada se ele resolvesse matar o que come.

* O fotógrafo Nicholas Nixon clicou 4 irmãs durante 36 anos, para mostrar como o tempo age sobre nós. Uma ideia muito bacana, mas eu pergunto: que mulher precisa ter uma realidade cruel dessas esfregada na cara, não é mesmo? Que maldade. Vai ver é por isso que elas estavam tão sérias o tempo todo.

* A música Oração, da A Banda Mais Bonita da Cidade (oi?), é tão danadinha de repetitiva que eu acho que deviam rebatizá-la de Ladainha. O pessoal não perdoou e as críticas choveram, fizeram paródias, aquela bobajada de quem só quer mesmo falar mal. Bom, também não é pra tanto, né gente, é só mais uma daquelas músicas fofinhas com uma banda fofinha num clipe fofinho alto astral, aquela vibe de ‘a vida é uma curtição, galera’. É bem pouquinho, mas pelo menos ainda é muito melhor do que os funks absurdamente chatos que eu costumo ouvir por tabela. Problema mesmo, problemão dos grandes, é o moço cantar sempre um cadinho assim abaixo da nota certa. O tempo todo. Olha, tem que ver isso aê, desafino assim não dá pra levar…

* Em compensação, um charme a apresentação de mr. Tony Bennett, 84 bem vividos anos, em um dueto com Haley Reinhart, 20, terceira colocada na edição número 10 do American Idol. O show de encerramento teve Bono, Beyoncé e Lady Gaga, mas quem é clássico não sai de moda.

* Mesmo se sir Paul McCartney não fosse o maior compositor pop de todos os tempos, mesmo se ele não fosse essa simpatia e alto astral que é, mesmo se suas músicas não fossem essa delícia que são de ouvir e cantar e seus shows absolutamente imperdíveis, só o NaNaNaNa da galera no concerto de domingo no Rio de Janeiro já teria valido o ingresso de quem estava no Engenhão. Foi a coisa mais bacana que eu já vi em um show em todos os tempos, de arrepiar. E olha que eu estava a centenas de quilômetros dali, assistindo a tudo ao vivo pela internet.
***

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8 respostas em “Curtinhas

  1. Sobre o último comentário:Meu filho mora na esquina do Engenhão,tem 18 anos e ficou emocionado!(ele não conseguiu ingressos!)A família dele viu da varanda os fogos das apresentações nos dois dias e deu pra escutar o ritmo apenas das músicas!
    Beijo!

    • Ah, que pena ele não ter conseguido ver ao vivo! Eu fui no show de 1990 no Maracanã e foi simplesmente inesquecível. Mas acho que o moço gostou tanto da brincadeira que qualquer hora dessas ele faz meia volta pra mais alguns shows por aqui!
      bjk

  2. Pois eu estava lá, Monica, naquela parte da plateia, e foi muito emocionante!Como disse a Marina W. cariocas são bacanas 😉
    Beijo,
    Helê

    • São sim, Helê. Aliás, tem muita gente bacana nesse mundo, grazadeus! Deve ter sido incrível ao vivo. Do palco, então, indescritível, dava pra ver que ele estava emocionado. Foi uma homenagem muito linda, e imagino que vai virar tendência. Já pensou cada um fazer seu próprio ‘Na’ e o estádio inteiro ficar assim?
      bjk

      PS- e parabéns pra vocês pelos belíssimos 7 anos das Duas Fridas. Comemorações (e bebemorações) mais do que merecidas!

  3. Fazendo um link com as fotos e com o Tonny: meu cunhado tem um coral e ele “parou” de aceitar mulheres acima de 60 anos, pq, segundo ele, diferente dos homens, a voz das mulheres enfraquece depois de uma certa idade… Tonny taí, né?

    O tempo é mais “cruel” com as mulheres… E eu nao quero mais pensar sobre isso. rsrs

    Bjs!

    • Acho que o problema maior (mas não sou profissional pra saber dessas coisas) é que a voz feminina vai ficando mais grave com o tempo, é muito mais difícil para as sopranos, por exemplo, conseguirem manter as notas mais agudas. Minha tia era cantora lírica, soprano coloratura, da última vez que a ouvi cantando ela não conseguia mais atingir as notas mais altas. Mas é que ela parou de treinar, né, vi a Montserrat Caballé ao vivo e, embora o problema existisse, ninguém nem percebeu, de tão linda que a voz dela ainda era. Mas é deveras, o tempo é mais ‘cruel’ com a gente sim… Mas o passar dos anos também trazem vantagens, pode ter certeza! 😉
      bjk

    • Uma ideia genial, né Ana? Pelo que li, o Nicholas Nixon é marido de uma delas. Como você tem um ótimo fotógrafo dentro de casa, já está com meio caminho andado pra levar o projeto adiante!
      bjk

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