3 minutos de fofura explícita

Momentos de fofura explícita, daqueles em que a gente entorta a cabeça pra um lado e diz “ooooowwwwnnn…”
Coisa mais lindinha essa menininha russa e o gato.
E a vontade que dá de dar umas mordidas nessas bochechas quando ela diz ‘paká paká’ (tchau tchau) no fim do vídeo?
Vi lá na Fal e trouxe pra vocês verem também!
***

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18 respostas em “3 minutos de fofura explícita

  1. Agora entendo a expressão “fazer de gato e sapato!” hehehehehehe
    Mas, deu pra notar que no final do vídeo ele estava até gostando…

    Tenho um cachorrinho, um poodle, que “sofre” esses carinhos por parte da minha sobrinha desde pequena. Hoje, ela, com seus quase 7 anos, e Mel são inseparáveis quando se encontram. Tudo bem que antes de ela ir embora, ele já está escondido debaixo da cama da minha mãe, fugindo dela. Adoro ver os dois juntos!

    • Uma sobrinha, quando era pequena, também achava que o nosso cachorro era o brinquedo dele. Detalhe: ele era um pastor alemão enorme! Ficava todo dengoso quando ela chegava perto, era uma piada. Criança e bicho junto tem tudo a ver, né?
      bjk

  2. Que liiiiiindo! Monica.
    Eu já havia recebido este, me derreti.
    Não lhe enviei como sugestão, porque não tenho como me comunicar. Tudo bem, importa que vc postou para o nosso enlevo!
    A Karine fez bem por lembrar aquela expressão, é exatamente assim!
    Lembra por demais ‘meu Tuffi’, a diferença é que ele sendo persa, tem mais pelos e a carinha bem achatada, até pretinho ele é!

    Na verdade, quando eles adquirem confiança em alguém, ‘entregam-se sem reservas’, é isto que me cativa… a ‘inocência’ deles! também… onde reside o perigo se porventura entrarem em contato, com pessoas que não gostam de animais e sobretudo os maltratem, ficam com traumas por longo tempo, demora para que seus próprios donos o reconquistem, eles (os persas) não ficam agressivos, mas se escondem que dá um trabalho danado para que voltem a circular normalmente pela casa!

    A menininha, nem fale!… vê a interação, os carinhos, também sem medos da proximidade!

    A música e voz, mon Dieu, perfeito, perfeito! lembrou-me um pouco, Carla Bruni, mas sei que não é ela.

    O relacionamento, homem-animal (criaturas), vai tão além de onde possamos imaginar!
    Só mesmo o SENTIR é que supre este entendimento, o retorno. Eles estabelecem uma linguagem própria conosco, de tal mameira, que compreendemos uns aos outros, já temos nossos códigos!

    • Vi em algum lugar o nome da cantorra, mas já não me lembro – nunca a tinha ouvido ou visto seu nome.
      Adoro como ela vai chegando devagarinho depois do ‘susto’, daí traz todos os brinquedos e dá aquele abraço mais gostoso do mundo, como se fossem amigos há séculos.
      Fofura total! 🙂

    • OI TatiLie,
      pois tenho três, acredite!… faço o mesmo sempre que preciso sair,
      quando retorno, os três vêm ao meu encontro… repito o processo e os abençôo!
      Não imagino-os naquela inocência, docilidade e fidelidade também, como ser diferente! CONCORDO COM VC!
      Felicidades!

      • Que inveja, Vanilda! Eu tenho uma só, pretinha, que adotei ano passado. Ela é bem arisca mas a gente está dobrando ela 🙂 Quando chego no prédio ela já começa a miar da janela e eu me derreto. Quando me vê pronta pra sair ela me olha com aquela cara de ‘mas eu achei que vc fosse ficar comigo hoje…’

        Monica, pra falar a verdade eu fiquei morrendo de medo da hora que o gatinho fosse dar uma unhada nela!! Só relaxei no final!!

  3. uma amiga me mandou esse vídeo, eu mandei para a Fal e…
    Na internet, nada se cria, tudo se copia… rs…

    para se manter no assunto, que tal essa sugestào de ginástica laboral?

    • geeeeeente, que coisa mais fofa!!! E é isso mesmo, a gente nem se lembra mais de como é se movimentar, né? Liv está de parabéns, excelente professora! 🙂

      Ah, e respondendo à sua dúvida lá no blog: também não sei como consigo. Mas desconfio que o diferencial Erica deve desequilibrar bem a equação. Criança nessa fase é 24 horas, né…

  4. — Monica, com respeito ao vídeo do post,, a música incidental, tem como título:
    “You Cant Take My Heart”, cantada por Soko (Stéphanie Sokolisnki), cantora e atriz francesa, por isto, embora Carla Bruni, italiana… mas sua boa pronúncia e estilo se assemelham.
    — Quanto ao Max, vc abrilhantou sobremaneira este espaço!!!
    Abraço aos dois!

    • Sabe que eu também vivo assistindo, nem que seja só um pedacinho? A menina é uma fofura de apertar! Adoro ver como ela começa a brincar com o gatinho ainda meio com medo depois do susto, mas curiosa (como são as crianças) e como logo logo ela está toda carinhos, abraçando, trazendo os brinquedos… E o paká paká no fim é de matar, né? Fofa demais!

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