Grudada na cabeça

Outro dia meu tio me deu de presente um livro com dois CDs para eu aprender mandarim. Não que eu esteja realmente cogitando estudar a língua neste momento, eu com essa minha total inaptidão para fazer aqueles desenhinhos tão lindos dos ideogramas, mas se eu dei conta até de aprender um pouquinho de russo (embora russo, com suas muitas palavras em grego e latim, esteja muito mais próximo do português do que a gente imagina), por que não o chinês, quem sabe? Então estou aqui com o livro e os CDs em cima da mesa de trabalho, para o dia em que o Espírito Santo baixar sobre o meu célebro. E desde domingo estou com essa musiquinha de mil novecentos e guaraná de rolha grudada na cabeça, que meu pai costumava cantar quando eu era bem pequena (ah, a adorável inocência das marchinhas carnavalescas de priscas eras…).

O chinês patchuli
Toca flauta de bambu
Quando acaba de tocar
Guarda a flauta no baú

***

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6 respostas em “Grudada na cabeça

    • Olha, a gente tem mais sons em comum com eles do que diferentes! Mais difícil é se acostumar com o alfabeto cirílico, mas aos poucos dá pra pegar o jeito. E, por causa do latim e do grego, existem várias palavras parecidas com o português, foi uma boa surpresa que eu tive. Meu maior problema foi com o método (na época não havia muita variedade no mercado), era só repetição e decoreba, listas de vocabulário, essas coisas. Nada fazia muito sentido. Resultado: hoje já não me lembro os números de um a dez, mas ainda sei a palavra para espantalho em russo… 😀

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