Nota de rodapé

– A melhor nota de rodapé do mundo…***
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” 1  Este capítulo poderia ter se chamado Introdução, mas ninguém costuma ler introduções, e nós queríamos que você lesse esta. Nós estamos admitindo isso tranquilamente aqui na nota de rodapé, porque as pessoas também não costumam ler notas de rodapé.”
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12 respostas em “Nota de rodapé

    • hahaha, pois é. E não é que é bem assim mesmo? Até que no começo eu dou uma olhada nessas notas, mas algumas são quase do tamanho do texto da página, de tão extensas, aí dá uma preguiiiiiça… 🙂
      Abração

      • Mônica, boa tarde!
        Estou lendo um livro que tem essas tais notas extensas. Realmente são um saco. Se a coisa é tão imporrtante assim, por que os autores não colocam logo isso tudo no texto?
        Mudando de pato para ganso (como diz meu pai), espero que você não esteja com muitos problemas por causa desse chuvarada toda… Minina, quequeisso?
        Beijão, e bom final de semana!

    • Perguntei pra quem me enviou, mas ele também não sabe. Dessas coisas que rodam pela virtualidade… Se alguém colocou a fonte em algum momento, depois deixaram pra lá e repassaram só a foto. Merecia a citação, né?

  1. Monica, legal…

    once upon a time… maluquices da vanilda nas leituras de rodapé.

    ‘Isto, além de um comentário oportuno em qualquer circunstancia e época,
    é também humorado!’, seu tema e comentários acima… adorei!

    De fato, algumas parecem incongruentes devido à extensão, mas vou te contar:
    as informações complementares, às vezes não podem ser inseridas
    continuamente no texto, para que o leitor não sofra uma intercepção de raciocínio.
    Lendo à parte fica mais apropriado, embora seja uma norma ou técnica cansativas.

    Aquele dado elucidativo e complementar, também possa estar associado
    não somente ao texto lido naquele momento;
    talvez ele se inclua no caso de intertextualização com outras leituras,
    não somente em relação à escrita daquele autor, como de outros!

    Justificativas à parte, pois haverão professores, gramáticos
    que sem dúvida possam fazer melhor colocação que eu.

    – Fato curioso que possa ocorrer, não apenas comigo,
    mas com outras pessoas que gostam de leitura, o seguinte:
    Imagine, que ‘aprendi muito’ com as tais – notas de rodapé – nelas também,
    vi outras citações (acontece citação dentro de citação),
    e ‘título de livros nas quais estavam inseridas’
    (os comprei e não me arrependi, acredite!), cada doido com sua mania, assim sou eu…
    Além delas: índices bibliográficos, onomásticos, bons prefácios e apresentações…
    olhe, haja informações!!!
    E eu ali tomando minha sopa de letrinhas com cuidado, sem deixar cair nada!
    E um livro ia puxando outro…

    Vou parar por aqui, (o tema tornou-se psicoterapia para mim),
    percebi neste momento, que eu não poderia ser escritora,
    devo ficar ‘apenasmente’ como leitora, pois vc e vcs, não iriam suportar-me.
    – Diagnóstico (no meu caso), psicanálise: prolixicidade… … …
    – Tratamento: concisão, precisão. Deixar esta coisa enfadonha para políticos!
    Por isto que dou meu tempo de hesicasmo… e então, reapareço.
    Abração.

    • hahaha, eu tive um professor na faculdade de jornalismo que dizia que ‘escrever é a arte de cortar palavras’… Pelo menos nessa área, é mesmo! 🙂 Aí a gente aprende a ser concisa na marra, do contrário o editor vai lá e corta tudo do jeito dele.

      Claro, notas de rodapé são importantes e às vezes trazem informações preciosas. Tem coisa que realmente não ‘pertence’ ao corpo do texto e o lugarzinho dela é lá embaixo, ou então num glossário lááááá no fim do livro ou do capítulo. Mas que costuma dar preguiça de ler, isso dá! 🙂
      abração

  2. GeGe, eu não tenho tido problemas com a chuva não, grazadeus, a não ser os de praxe – trânsito caótico, crateras no asfalto, ficar ‘presa’ em algum lugar esperando o temporal passar, essas coisas. Moro numa região legal, sem barrancos em volta, trabalho perto de casa e nessa época do ano muita gente viaja, então rodar pela cidade é um pouquinho mais fácil. Mas olha, a chuva já deu, viu… Ficamos numa seca horrorosa no inverno, agora inunda tudo? Total falta de planejamento, vou reclamar na Administração…

    Mas a situação anda feia sobretudo no interior. Todo ano é a mesma coisa no sudeste, né, só muda o endereço… Enquanto isso, vi ontem imagens da seca no interior de Sergipe de cortar o coração, não chove por lá há seis meses, tudo perdido. Já que São Pedro não colabora, a gente devia arrumar um jeito de levar um pouco da água daqui pra lá, né?
    bjk e bom domingo!

  3. Pingback: Rato de Biblioteca » Blog Archive » Semana do Rato

  4. Monica
    seu comentário foi deveras oportuno, já trabalhei com jornalistas editores de cadernos,
    e um deles, sua função era exatamente, fazer ‘cirurgia’ nos textos,
    pois não é que ele cortava, e vc lendo a matéria inteira ‘pós intervenção’,
    não sentia falta do que foi retirado?!
    O sentia completo, também precisa muita perspicácia! Tudo era muito rápido e eficiente!
    Não trabalhei em jornal, mas em Editora, são experiências diferentes, mas boas.
    Enorme abraço.

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