Dorinha

Caso contado pelo Felipe outro dia (o texto, ótimo, é dele):
***
Aconteceu em certo BH Resolve (by testemunha ocular do fato):
Caía a tarde em Belzonte, a vida seguia automaticamente, quando a sra. X apareceu diante do balcão de informações:
– Pois não, senhora?
– Dorinha.
– Como?
– Quero falar com a Dorinha.
– Dorinha, senhora? A senhora sabe onde ela trabalha?
– Não, moça. Pediram para eu falar com ela.
– Dorinha…
– É, eu tenho essa dívida aqui e me disseram “procura Dorinha”.
– Ah, Procuradoria. Terceiro andar.
***

2 respostas em “Dorinha

  1. Essas coisa só acontecem em Belzonte! Mais pra cá a tendência não é a síncope, mas a hipérbole. Se dependesse dos gaúchos a capital se chamaria “Porto Alegre da Capitania de São Pedro do Rio Grande do Sul”! Jamais Palegre!

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