Análise aos oito

Como muitos meninos da sua idade, aos oito anos ele também é louco por futebol. E por seu time. Camisa oficial, boné e bandeirinha e muitos gritos de ‘Gooooool’ para comemorar. Muitos. Na sala. Na janela. Na varanda. Tantos, que a mãe preocupada resolve perguntar:
– Mas meu filho, precisa dessa gritaria toda? O que é isso?
– Angústia, mãe. Isso é angústia…
Olha. Se isso não é uma das melhores análises psicanalíticas do ato de torcer pro seu time de futebol que eu já vi, então eu não sei o que é…
***

4 respostas em “Análise aos oito

  1. Costumo dizer que os homens não casam! Eles trocam de mãe! Achava original! Depois vi que era uma versão sexuada de “os homens crescem e os brinquedos também!” Outro dia um paciente me disse que era colorado porque o pai dele era gremista! Eu disse que não entendi e ele esclareceu: “Era a única maneira de tirar uma flauta do velho sem levar um pau!” Freud explicaria mesmo não entendendo de futebol!

  2. A senhora foi convidada a fazer parte da Revolução Iluminista; ideia parida pelo Arthur. No feicibuc há uma página para pitacos. Se por acaso formos presos sempre é bom ter alguém que fale bem o inglês.

    • haha, tou sabendo, mas mal tou tendo tempo de responder meus imêius e acompanhar um ou outro grupo de trabalho, a lista de postagens tá acumulando mas uma hora eu alcanço vocês. Mas ainda não fui informada sobre códigos secretos de comunicação, senhas ou locais de encontro na calada da noite. Fico no aguardo… 🙂

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